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MEC Livros disponibiliza 4 obras de Han Kang, leia grátis

MEC Livros disponibiliza 4 obras de Han Kang, leia grátis

Quatro livros da autora coreana Han Kang, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2024, estão disponíveis no MEC Livros, nova biblioteca digital gratuita do Governo Federal.

A vegetariana

Vencedora do PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 2024. A vegetariana, romance perturbador e único, tem sido apontado como um dos livros mais importantes da ficção contemporânea – e uma introdução à fecunda literatura produzida na Coreia do Sul. "… Eu tive um sonho", diz Yeonghye, e desse sonho de sangue e escuros bosques nasce uma recusa vista como radical: deixar de comer, cozinhar e servir carne. É o primeiro estágio de um desapego em três atos, um caminho muito particular de transcendência destrutiva que parece infectar todos aqueles que estão próximos da protagonista. 

A vegetariana conta a história dessa mulher comum que, pela simples decisão de não comer mais carne, transforma uma vida aparentemente sem maiores atrativos em um pesadelo perturbador e transgressivo. Narrado a três vozes, o romance apresenta o distanciamento progressivo da condição humana de uma mulher que decidiu deixar de ser aquilo que marido e família a pressionaram a ser a vida inteira. Este romance de Han Kang tem sido apontado como um dos livros mais importantes da ficção contemporânea. Uma história sobre rebelião, tabu, violência e erotismo escrita com a clareza atordoante das melhores e mais aterradoras fábulas. Esta tradução, diretamente do coreano, restitui o estranhamento da obra original.


Sem despedidas

Romance assombroso e visionário de Han Kang, Prêmio Nobel de Literatura 2024, Sem despedidas nos conduz — com a mesma qualidade de seus livros anteriores, como A vegetariana e Atos humanos — a uma jornada emocionante à Coreia do Sul contemporânea e sua dolorosa história. Mesclando imaginação e realidade, a narrativa acompanha Kyung-ha, uma escritora que sai de Seul para a ilha de Jeju — onde dezenas de milhares de cidadãos foram aniquilados entre 1948 e 1949 —, com destino a casa de sua velha amiga Inseon, para auxiliar a amiga hospitalizada com os cuidados de seu amado pássaro de estimação, deixado às pressas e sem assistência. Ali, Kyung-ha entra em contato com a história há muito enterrada da família de Inseon, entre sonhos e memórias, e um arquivo meticulosamente reunido que documenta o terrível massacre na ilha. 

Nestas páginas de beleza extraordinária, Han Kang compõe um poderoso manifesto contra o esquecimento e transforma um episódio de violência em uma celebração da vida, por mais frágil que seja. "A intensa prosa poética de Han Kang confronta traumas históricos e expõe a fragilidade da vida humana." Comitê Nobel de Literatura, na citação para o Prêmio Nobel


O livro branco

Vencedora do PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 2024. Em algumas culturas orientais, o branco é a cor do luto. Mas igualmente é a cor que permite a reescritura de nossas próprias histórias em uma nova página. Neste livro, construído a partir de silêncios, pensamentos concentrados e intensa poesia, Han Kang mergulha em uma delicada indagação literária e busca entender, através da descrição de coisas do cotidiano, a dor que sempre sentiu pela ausência de uma irmã que nunca chegou a conhecer. É por meio desse léxico que a narradora avança na releitura de sua própria história. Cada capítulo recebe o nome dessas coisas brancas. E rememoram, por meio de uma prosa habilmente arquitetada, aquilo que Camões definiu como "a grande dor das coisas que passaram".


Atos humanos

Vencedora do PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 2024. Han Kang retoma um episódio da história do seu país para tratar de temas como luto e memória, violência e política. Em maio de 1980, na cidade sul-coreana Gwangju, o exército reprimiu um levante estudantil, causando milhares de mortes. Entre os sobreviventes está o menino Dongho, de apenas quinze anos, que busca seu melhor amigo em meio às vítimas num ginásio onde os cadáveres estão à espera de reconhecimento. A história desse trágico episódio se desdobra em uma sequência de capítulos conectados à medida que vítimas e enlutados encontram a supressão e a negação do terrível massacre. O evento de trágicas consequências foi transfigurado nesta ficção extraordinária, poética, violenta e repleta de humanidade.

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