10/08/2016

E nessa loucura, de dizer que não te quero...

Senhoras e senhores, olá!
Hoje, nós vamos falar de um dos dramas mais esperados desse ano. Uncontrollably Fond, o drama estrelado por Kim Woo Bin [Heirs] e Bae Suzy [Miss A/Gu Family Book] estreou no mês passado na KBS2, marcando o comeback dos dois atores aos dramas depois de três anos. O drama, que já passou do capítulo 10, ainda está em andamento, mas já podemos dizer muito sobre ele. Eis a sinopse:
Quando adolescente, Shin Joon Young [Kim Woo Bin] foi forçado a se separar da garota que gostava, No Eul [Suzy], deixando ambos de coração partido. Anos depois, já adultos, os dois se reencontram. Ele como um ator e cantor de muito sucesso, atraente e arrogante. Ela como produtora de documentários que valoriza demais o dinheiro e tenta criar o irmão mais novo como pode. Uma trama cheia de romance e drama para você se apaixonar.
A primeira observação? Woo Bin oppa. Eu sei, eu sei, vocês já leram várias coisas falando sobre como os ABS dele são maravilhosos, sobre ser o primeiro personagem principal dele, sobre como é incrível tê-lo de volta depois de três anos e como ele é lindo. Todas sabemos disso. Mas meu ponto aqui é outro: a atuação. Mesmo encaixando-se na linha que ele sempre atua, bad boy com coração de ouro, não posso dizer que não me surpreendi. Quero dizer, vocês estão vendo aquelas cenas de dor? Eu consigo sentir as dores junto com ele! Sejam as físicas ou as emocionais. Nunca duvidamos que Woo Bin é um bom ator, mas sempre faltou algo que ele deixou claro que tem nesse novo drama. Mesmo nos filmes, não me lembro de ter visto um personagem tão intenso, que tivesse tanta história assim, que exigisse tanto dele. Joon Young vai ficar marcado no histórico de Kim Woo Bin, não só por ser seu primeiro principal, mas por fortalecer a ideia de que ele tem muito a ser explorado, indo além de só um rosto (ou corpo!) bonito.
Além de Kim Woo Bin, o enredo em si é muito interessante. Mesmo. É um emaranhado entre as histórias dos personagens principais que chegou a me deixar confusa, mas que deixa aquele ar de “eles estão destinados a se encontrar” e “quando explodir a bomba, vai voar todo mundo” que sempre vemos nos kdramas. Conflitos políticos, sociais, filhos bastardos, doenças terminais, amor proibido, um second lead* apaixonante ou seja, a receita de um drama de sucesso. Parece que o pessoal gosta mesmo desses itens. Mesmo tendo tantos clichês e sendo bastante melancólico, a história se tornou diferente por colocar de frente uma personagem feminina forte (ela me lembrou a Geum Jan Di, de “Boys Over Flowers”) e por sabermos desde o primeiro capítulo que eles não vão conseguir ficar juntos [Assistam e saibam o por quê]. Mesmo assim, caímos na besteira de shippar os dois e desejar desesperadamente por um milagre. Ou seja, quando eu shippo certo, dá ruim. É uma grande injustiça.
Eu nunca tinha visto nenhum drama com a Suzy até agora, meio sob a influência externa de que a atuação dela era ruim. Não achei que ela seja uma atriz péssima, ao contrário. Ela soube entender a personagem muito bem e tem uma química impressionante com Woo Bin, que foi um dos meus maiores motivos para querer assistir o drama. As fotos que saíram antes do lançamento me fizeram ansiar pelas cenas dos dois juntos e eu não me decepcionei nem um pouco. Não achei a atuação dela surpreendente, mas não foi algo que me fez desistir do drama também. Ver a forma como ela e o oppa se completam na atuação me deixou bem feliz, na verdade. Honestamente? Já vi piores que ela.
Cheguei a ler matérias onde Woo Bin estava se desculpando com os fãs pelo papel e também falando sobre a baixa audiência. Sinceramente não acredito que os elementos tenham dado errado no drama ou qualquer coisa parecida. O que eu acredito é que ter que dividir os dias e horários com “W” [MBC], que tem um enredo surpreendente e completamente atrativo, diferente do que normalmente se vê nos dramas, foi bem prejudicial. Acabou fazendo as pessoas terem que escolher entre aquilo que costumam ver e aquilo que é inovador e diferente. Não é preciso dizer o que escolheram, certo?
Para terminar (eu falo demais, não falo?), elenco de apoio e OST. Claro que nós conhecemos várias pessoas do elenco de apoio, pessoas que já conquistaram nossos corações, como Lin Ju Hwan [Oh My Ghostess], Jin Kyung [Pinnochio], Jeong Dong Hwan [Heirs], Lim Ju Eun [Heirs]. Todos sempre com papeis significativos e importantes nos enredos. Destaque para a Jin Kyung, que está interpretando a mãe de Joon Young. Eu amo o papel dela e como ela se comporta! Amo ainda mais a forma que os dois se relacionam, meio que se preocupando um com o outro, mas sem dar o braço a torcer. Quanto à OST, não posso estar mais apaixonada! A primeira música “Ring My Bell” foi lançada uma semana antes da estreia do drama, sendo cantada pela própria Suzy. Depois disso, já foram lançadas mais nove partes da trilha sonora, que na minha humilde opinião, são sempre ótimas. É óbvio que preciso destacar as músicas “Picture in My Head” [내 머릿속 사진] e “Do You Know[혹시 아니] cantadas lindamente por nada mais e nada menos que ele, Woo Bin oppa. É a primeira vez que ele mostra seus talentos musicais e o fez muito bem, na minha opinião. Além dessas, a trilha sonora conta com músicas cantadas por Hyo Rin [SISTAR], Seulgi e Wendy [Red Velvet], Jun Gi Go, Hwanhee e outros. Realmente ótima.


Bom, vamos ver como tudo se desenrola daqui para a frente e vamos continuar esperando por um milagre que deixe nossos pombinhos juntos. Para aqueles que ficaram interessados, “Uncontrollably Fond” vai ao ar todas as quartas e quintas, no horário das 22h, na Coréia. O DramaFever sempre coloca o episódio legendado em inglês uma hora depois do episódio ir ao ar (11h) e as legendas em português sempre saem no dia seguinte.
Então, por hoje é só. Nos deixem saber o que vocês estão achando de “Uncontrollably Fond”, da atuação de Suzy e Woo Bin, da OST e do nosso site também! Comentem aqui embaixo e falem com a gente nas nossas redes sociais!
Milbeijos
Anyooon. ^^
* second lead: O segundo carinha que gosta da principal. Ou seja, a outra parte do triângulo amoroso. Normalmente, a que fica chupando dedo.
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